O preço não é o que você paga por mês
Antes de comparar mensalidade, olhe três linhas que costumam ficar fora da tabela: taxa de implantação (cobrada uma vez, no começo, e frequentemente maior que a própria mensalidade), fidelidade contratual (12 meses é o padrão do setor — se sair antes, paga multa) e cobrança por profissional adicional.
É a terceira que mais pega. Um sistema anunciado a R$ 89 pode virar R$ 269 quando você tem três profissionais, porque cada uma entra como assento pago.
O que precisa estar incluso
Agenda com página pública própria, para a cliente marcar sozinha sem baixar aplicativo — se ela precisa instalar algo, metade não marca.
Controle de caixa ligado ao atendimento. Agenda que não vira dinheiro registrado deixa você conferindo comanda no papel do mesmo jeito.
Comissão calculada automaticamente. É a conta que mais consome tempo do dono no fim do mês e a que mais gera atrito com a equipe quando sai errada.
Ficha de cliente com histórico. Sem isso você perde a informação que faz a cliente voltar: o que ela fez, quando, com quem e por quanto.
Quando vale pagar mais
Vale se o sistema resolve algo específico do seu jeito de trabalhar. Salão que atende sem hora marcada, clínica que precisa de anamnese assinada, studio onde cada profissional recebe direto da cliente — são operações que o sistema genérico não cobre, e aí o barato sai caro em retrabalho.
Não vale pagar mais por quantidade de recurso que você não vai usar. A maioria dos negócios de beleza usa quatro coisas: agenda, caixa, comissão e ficha.